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Divulgação / SIMCA

O Sindicato dos Municipários de Cachoeirinha deve realizar uma assembleia geral na próxima quinta-feira, 02 de março, onde pode ser definida uma paralisação dos servidores, após aprovação do pacote de medidas de contenção de gastos, enviados pelo executivo e aprovado na Câmara na última sexta-feira (24).

De acordo com a Prefeitura, os nove projetos de lei enviados pelo Executivo e aprovados pela Câmara de Cachoeirinha devem garantir a manutenção do pagamento dos salários em dia do funcionalismo municipal, além da realização dos diversos serviços prestados pela Prefeitura.

As matérias, sancionadas pelo prefeito Miki Breier, vão economizar mais de R$ 1 milhão/ano. “A Câmara entendeu a necessidade do ajuste fiscal e, a exemplo do que a maioria das cidades já fez, demonstrou ao votar a favor das medidas a sua responsabilidade para com todos os cidadãos e cidadãs que constroem e contribuem com a cidade”, destaca.

Projetos

Entre as propostas mais contestadas pelos municipários está a que altera o plano de carreira, reduzindo de 15% para 6% o reajuste trianual concedido por merecimento e progressão.

Para chegar aos outros R$ 3 milhões que faltam para ajustar as contas, segundo a Prefeitura, a lei que aumenta a faixa de bônus dos agentes fazendários para 2 mil pontos; as economias com devoluções de imóveis alugados; a cobrança de R$ 204 milhões de contribuintes inscritos na dívida ativa; a renegociação e revisão dos contratos de prestação de serviços; a redução da estrutura administrativa para apenas 12 secretarias e o corte de 100 Cargos em Comissão (CCS).

Dos 11 projetos de lei enviados à Câmara dois estão sendo reformulados após o Executivo acolher as sugestões das categorias. No primeiro, o governo estuda uma proposta de escalonamento para a concessão do auxílio-alimentação no valor de R$ 600 incluindo as faixas salariais acima de R$ 5 mil. Quanto ao segundo, estão mantidos os percentuais vigentes de risco de vida para os agentes de Trânsito e Guarda Municipal.

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